Não existe uma fórmula do sucesso nas redes sociais. Existem, porém, estudos e experimentos que marcas pioneiras, startups e companhias responsáveis por métricas procuram fazer periodicamente a fim de afinar estrategias e identificar tendências. Este texto, porém, tem por objetivo mostrar ações que enfraquecem a estratégia das marcas nas redes sociais.

1 – Postar muito ou postar pouco

Houve um tempo que a relevância das redes – principalmente do Facebook, que ainda é a rede mais utilizada no mundo – se dava através da quantidade de conteúdo publicado na rede. Com as novas opções de impulsionamento de página e de conteúdo, postar de mais é considerado spam pela rede.
Isso porque os usuários passaram a se incomodar mais com a presença cada vez mais frequente de marcas em suas timelines em detrimento de seus amigos e família. Desta forma, os últimos algoritmos atualizados da rede priorizam as postagens de amigos e família ao invés de páginas e marcas.
Postar pouco também não é uma solução efetiva, pois pode fazer com que a página não seja considerada suficientemente relevante para alcançar sua base de fãs. O ideal é manter alguma consistência na regularidade das postagens – uma média de 3 a 4 postagens semanais no Facebook são suficientes, enquanto redes como o Twitter, por exemplo pede atualizações e interações diárias. Já o Instagram, a terceira rede social mais usada no mundo, se contenta com 2 publicações semanais, por exemplo.

2 – Não monitorar seus canais

Se sua marca está nas redes sociais, tão importante quanto produzir conteúdo é monitorar seu nome, valores e interesses. Desta forma é possível testar ações e sancionar crises antes que elas aconteçam – ou cresçam de forma problemática.
O contraponto, porém, é a vanity interaction. Nem sempre o usuário que cita sua marca está em busca de uma interação com ela. Portanto, é importante que o profissional responsável pelo comunity management e pelo monitoramento tenha a sensibilidade de saber quando a marca deve iniciar uma interação com o usuário e como fazê-la.
Um erro muito comum que se pode observar – principalmente no Twitter – são marcas que fazem interações mal pensadas com os usuários, sem levar em consideração o contexto que o usuário usou para citar a marca e o sentimento por trás da menção. O que leva ao próximo tópico.

3 – O usuário não é seu amigo

Não é porque a estratégia de criar uma personagem para interagir com os usuários através das redes sociais funciono para uma grande rede de varejo, por exemplo, que a mesma estratégia vai funcionar para todos os que quiserem utilizá-la.
É importante ter um tom que faça sentido não só para o público que sua marca quer atingir, mas que esteja alinhado à missão e aos valores da sua marca. Não é necessário que sua empresa comente, por exemplo, o aumento do preço dos tomates, se o sua empresa é uma indústria elétrica.
Não é preciso ficar preso em formalidades, mas trate o usuário com respeito e com o tom adequado ao seu negócio. Arriscar tratamentos muito informais e forçar uma intimidade inexistente com o usuário pode acabar por prejudicar sua marca ao invés de auxiliá-la.

4 – Não responder

Em tempos de conteúdos virais velozes, não responder aos usuários é um tiro no pé de quem trabalha mídias sociais. O ideal é responder à todas as interações pertinentes que sua marca tiver, sejam elas críticas ou elogios. Desta forma, os usuários entendem a importância que é dada aos canais, bem como estabelece uma relação maior de confiança com a empresa.

5 – Não seja “mais do mesmo”

Mesmo nichos muito específicos de trabalho encontram formas de passar a mesma mensagem com alguma periodicidade sem ser exatamente igual à vez anterior. Diferencie seu conteúdo – explore posts de imagens, posts de links, vídeos e até ações mais interativas.
Ter uma estratégia de conteúdo que não consista em mais do mesmo faz não só com que os usuários tenham interesse em seguir seu conteúdo, mas que também com que o Facebook perceba sua movimentação em busca de maior relevância e a aumente seus números orgânicos com base na relevância do que é postado.

6 – Siga a legislação e as normas da ferramenta

A legislação brasileira é bastante clara sobre a realização de ações promocionais em redes sociais, mas é importante conhecer também, além da legislação nacional, as normas de cada rede quanto à propaganda e ações promocionais.
Algumas redes sociais têm regras mais rígidas quanto a promoções e publicidade, enquanto outras são mais flexíveis. Antes de sugerir ao seu cliente a criação de uma campanha promocional nas redes sociais, faça um estudo de legislação e regulamentos para apresentar propostas mais efetivas.

7 – Tenha um planejamento

O conteúdo que sua empresa posta nas redes sociais é uma extensão de seu site e mostram exatamente como sua empresa se posiciona sobre temas mais recentes. Por isso, trabalhá-las sem planejamento é, talvez, o maior tiro no pé que se pode dar.
Não ter planejamento invariavelmente interfere nas dicas dadas acima. Quem não se planeja não tem também a preocupação de conferir regulamentos e leis antes de sugerir propostas, não monitora interesses e por aí vai. Faça sua comunicação de forma eficiente e lide com estes detalhes. Desta forma, seu conteúdo é otimizado e seu público entende a unidade de seus trabalhos e esforços.

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