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18 de abril de 2016

A vida real nas redes sociais

Engana-se quem pensa que nós vivemos uma vida online e outra offline. Sem pensar muito sobre este assunto, geramos, espontaneamente, uma média de 10 conteúdos diários – sejam eles posts no Facebook, envio de emails, comentários que fazemos, a foto que postamos no Instagram ou no Snapchat e por aí vai. O que nos faz pensar – o que difere o nosso conteúdo do conteúdo gerado por influenciadores nas redes sociais?

Quem são os influenciadores da web?

Essa é a pergunta-chave: quem são os influenciadores da web e o que diferencia a experiência do usuário comum da experiência do usuário comum? Em suma, o que diferencia, atualmente, o impacto de conteúdo do usuário comum é o formato do conteúdo.
A internet é uma ferramenta que nos auxilia na pesquisa de experiências que sejam de nosso interesse. E é aí que entra o influenciador – é considerado influenciador quem oferece sua visão de uma determinada experiência a um público interessado em vivê-la de forma assertiva (e quase didática).
Mas há um porém – que tem sido deixado de lado muitas vezes: o influenciador é, antes de tudo, uma pessoa. E as pessoas trazem consigo diferentes bagagens, experiências e repertórios.

A Instagramização da experiência

O que podemos perceber nas redes sociais, então, é um embelezamento da vida real. O que conta hoje, mais do que viver a experiência, é exibí-la através das redes sociais. Se vamos a um show, por exemplo, vemos mais pessoas filmando o show com o smarphone do que curtindo aquela experiência.
Plataformas como o Snapchat, por exemplo, criam de forma muito ágil um história para grandes eventos como festivais de música, eventos esportivos como a Copa do Mundo ou mesmo manifestações. Isto possibilita que os usuários vejam e compartilhem suas experiências com outros usuários do mundo inteiro.
Há nisto um ponto muito positivo e outro muito negativo – o ponto positivo é que esta geração espontânea de conteúdo pode ser utilizada para muitas coisas – dentre elas a publicidade e o aperfeiçoamento de nossas estratégias de comunicação. A parte negativa, porém, é a “maquiagem” do mundo real.
O que diferencia hoje o conteúdo postado por um usuário comum e um influenciador é o tempo dedicado na criação do texto, imagem ou vídeo. Para melhorarmos nossa experiência, é importante que pensemos a nossa produção e compartilhamento de conteúdos de forma que as redes sociais voltem a focar suas plataformas na interação social ao invés de apenas nos separar em gigantes bancos de dados que são vendidos para grandes empresas de propaganda.

E onde isso nos leva?

Se pensarmos melhor no conteúdo que produzimos, compartilhamos e publicamos, melhoramos não só o nosso uso das redes sociais, mas obrigamos às agências de publicidade a pensar melhor suas campanhas de anúncio e seus conteúdos. Desta forma, conseguimos ser impactados por conteúdos de produtos e serviços que realmente nos interessam como consumidores ao invés de sermos bombardeados por conteúdos aleatórios porque caímos em um filtro criado por um algoritmo.

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