No Copy
9 de maio de 2016

No copy. No paste.

A motivação para copiar um produto ou um serviço pode ser legítima se for uma oportunidade disponível no mercado e que permita a saudável disputa entre fornecedores concorrentes, como abrir uma agência de propaganda ou fabricar um sabão em pó, mas, copiar o concorrente é outra história.

É verdade que a disputa pela preferência do consumidor esta cada vez mais difícil e bem cara, além da polarização do capital pelos grandes grupos que acabam controlando (e se revezando) no market share.

Mas nem tudo está perdido para aqueles que pensam em construir uma imagem rentável para o seu negócio e competir pela atenção dos clientes. Se os seus processos garantem a qualidade que o seu público precisa e sua empresa possui uma boa dose de independência operacional ou produtiva, talvez, para se destacar, custe menos do que o seu departamento financeiro imagina.

Com um pouco de planejamento é possível praticar técnicas e estratégias para a venda de produtos e serviços e ao mesmo tempo criar uma identidade própria, forte e desejada. Os consumidores são ávidos por novidades, basta apresentar qualidade suficiente para influenciar sua opinião e estar no ponto de venda certo para ser uma opção de compra. É interessante saber que o tempo e dinheiro gastos na fabricação de similares podem ser os mesmos na fabricação de produtos originais com forte apelo comercial.

Não há problema em ser a segunda, a terceira ou a quarta opção de compra, contanto que a sua marca tenha seus valores reconhecidos e aceitos pelos consumidores.

Marcas consolidadas tiveram seu início na ousadia, na originalidade e na persistência para aproveitarem uma oportunidade. Isso é pioneirismo e ele sempre deu vantagens na corrida pelo primeiro lugar.

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